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sexta-feira, 23 de março de 2007

Repente


Repente
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Apareceu! De repente...

Um poema. Sempre!

Não resisti... repeti

Coloquei-me a repicá-lo

invocando vocábulos

Impulsionado! Quis poemá-lo

Graça?! Farra pura!

Quis homenageá-la...

Construindo versos. Amplexos!

De amor complexo

Mas verdadeiro, Inteiro!

Retirados das entranhas

Escrevi com meu sangue

Poeticando imperfeito

Do mais que profundo

dos meus sentimentos

Costruí quimeras, esperas

desobstrui artérias

Ligado no sub-mundo poético

Escrevi meus versos

Fracos. Confesso!

Mero aprendiz de poeta.

Puto. Pecador inconfesso!

Miserável. Mendigo! Confesso!

Entre os nobres. Intelectos!

Palmilhando os acasos

Tornei-me falsário de versos

Um canalha poético!
Prostituto! Transverso!

Grito ao mundo. Quem não é?!
Ladrão de sentimentos poéticos?

Quem não se inspira na brisa, no vento?

Hipócritas! Não se escondam...
Mostrem! Abram suas comportas...
ainda há tempo! Este é o momento!

Choveu na minha horta! Agora!
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Hildebrando Menezes
Brasília/DF- 23/03/2007
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Acaso
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Eu! Acaso?
Sou não! Sou gente.
Não pedi... nada exigi.
Puseram-me neste canto
Nesta plaga dura e santa
Vontade minha, não foi!
Vim pra cumprir a tarefa,
Quem sabe uma promessa
De belas juras de amor.
Sou rebento dos amores
Fruto de dois sabores
Produto de um sentimento.
Aqui cresci, vendo tudo!
Rememorando lembranças,
Alimentando esperanças,
Nas asas do pensamento.
Sonhos eu sonhei só!
Sonhos alienados...
Alheio a tudo a todos,
Vi, porém tudo ao redor.
Vi muita gente distinta,
Vi muita gente careta,
Gente nobre exaltada...
Gente pobre à penúria.
Vi gente de toda sorte,
Galgando pra todo lado.
Vi gente enganando gente,
Vi gente sendo enganada.
Promessas...! Vi de montão.
Ah... tantas promessas ouvi...
Faladas aos quatro ventos.
Mas, no meu deserto,
Não choveu maná.
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Autor: Marli Comunello

2 comentários:

Carmem Cecilia Poemas disse...

Que dizer desses teus versos !!!

Cada poema teu encanta a alma seja solitário, em duetos...sei lá vc pra mim é o Mozart da poesia desses novos tempos...

Por sinal ele ria aquela risada especial, como se tudo fosse natural!!!

És poema em primeira instancia...
O resto é circunstancia...

Fico feliz por ti ...aliás embevecida...

Você não é acaso...És certeza da destreza e do sentimento expresso em letras...
Ah!!! e quanta beleza...

Estou prostrada Hild e rendo minhas homenagens...

Beijo grande no coração poeta!!!

Anônimo disse...

UIAAAAAAAAAAAA

QUE COISA LINDAAAAAAAAAA

AMEIIIIIIIIIIIIIII

BJKASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS